terça-feira, 8 de outubro de 2019

Doença:Bouba Aviária ( Causada por Vírus Poxvírus sp ou Avipoxvírus)


 ( Causada por Vírus Poxvírus sp ou Avipoxvírus)

Bouba Aviária
A Bouba Aviária é uma doença que afeta vários tipos de aves entre elas galinhas, perus, pombos e pássaros (marrecos, patos, gansos, galinholas e outras aves não as contraem), causada por um vírus chamado Pox vírus.Tem sido constatada desde o início da domesticação de galinhas. Em 1929, mostrou–se ser causada por um vírus. Vacinas comerciais eficazes com vírus vivo tornaram–se disponíveis durante a década de 60 e cepas suaves, seguras o suficiente para serem aplicadas em pintos de apenas um dia de vida, foram desenvolvidas em meados da década de 70. Embora a bouba aviária não seja uma doença respiratória, está incluída nesta seção porque causa sintomas respiratórios e asfixia.Os Poxvírus contêm DNA e estão entre os maiores vírus conhecidos. Eles têm formato de tijolos e são envoltos por um invólucro externo. Como a maioria dos vírus grandes e com invólucros, são facilmente destruídos pela maioria dos desinfetantes comuns. Porém, se os vírus tornarem–se extremamente ressecados, ficam muito mais resistentes a desinfetantes fenólicos e formalínicos. Existe apenas um sorotipo de vírus de bouba aviária, o que torna a vacinação contra bouba aviária simples e eficiente. Surge um problema, porém, se a ave for infectada por outro membro do gênero Avipoxvírus. Os frangos são suscetíveis à bouba de canários, de perus e de pombos. Embora haja um certo grau de proteção cruzada induzida pela vacina contra bouba aviária, Poxvírus sp. diferentes não são antígenamente idênticos e a proteção é completa. Felizmente, a bouba aviária é a cepa mais comum encontrada no campo.A planta tem sido relatado para conter uma variedade de alcalóides , incluindo, na casca do caule e da raiz, tabernaemontanine , conolidine , coronarine , coronaridina , e dregamine . Alcalóides estão presentes em todas as partes vegetativas deste arbusto. Bouba (também conhecida como Varíola Aviaria, Epitelioma Contagiosa ou Pipoca)É uma doença muito comum em aves. Muitos animais são susceptíveis a ela como galinhas, perus, pássaros e em escala menor pombos. Palmides e angolas não pegam bouba.O Poxvírus avium pertence a ao grupo geral dos vírus viróticos que abrangem diversos tipos de varíolas e vírus que podem causar tumores como Mixoma e Fibrioma dos coelhos porém cada um infecta um grupo de animais de diferentes espécies. O Poxvírus avium ataca o tecido epitelial das aves que forma o revestimento mais externo das aves.
Sintomas:
 A Bouba Aviária apresenta-se tanto em pintos quanto em aves adultas porém adultos são menos susceptíveis por já possuírem um certo grau de imunidade portanto pintos são mais frágeis e susceptíveis. O animal infectado apresenta tristeza, arrepio, se torna retraído e febril. Surgem manchas amareladas que se desenvolvem e se tornam castanho escuras. Os nódulos (Epiteliomas) apresentam-se principalmente na cabeça e a doença ataca áreas que não tem penas. Com passar do tempo os nódulos secam e escamam e somem porém a grande perda de animais que não conseguem sobreviver pela agressividade da doença.A Bouba ainda pode aparecer ou desenvolver-se de forma a causar nódulos ou placas amareladas no canto do bico, na língua e garganta o que pode causar sinusite inflamação dos ossos do crânio isso pode levar a falta de ar pelo inchaço cranial. As aves doentes apresentam febre tristeza e penas arrepiadas nódulos (pipocas ou verrugas) na crista, barbelas, cabeças, pernas e pés lesões ao redor das narinas, que podem produzir descarga nasal (catarro) lesões sobre as pálpebras que podem produzir algumas vezes lacrimejamento e, eventualmente, perda da visão; placas e bolhas na boca.
Transmissão:
Pode ser transmitindo pelas escamas dos nódulos secos que são levadas pelo vento, contato com pus e o mosquito também pode transmitir ao alimentar-se de sangue de um animal contaminado e sequentemente alimentar-se do sangue de um animal sadio isso causara a propagação da doença.
Tratamento:
A ave deve ser bem abrigada, bem alimentada e protegida de frio, chuva, umidade e impedir que mosquitos as piquem o que poderá transmitir a doença a aves que ainda não possuam a doença. Caso os nódulos se desenvolvam pode-se passar vaselina fenicada para evitar que virem feridas. Placas na garganta podem ser retiradas com uso de algodão embebido em glicerina iodada e o algodão preso em uma estaca ou arame. As formas de tratamento são vacinação (com vírus vivo), desinfecção dos galinheiros e drenar poças de água estagnada para combater o vetor (mosquito). Tratamento geral injetar no músculo do peito 2 ml diariamente de urotropina 40 g +água destilada 100 ml ou 2 a 3 ml de leite fervido e resfriado que também pode ser aplicado diretamente no músculo do peito, para pintos metade da dose, fazer uso até que a doença regrida.
A prevenção consiste na aplicação da vacina contra a Bouba que podem ser liquidas ou em pó e podem ser aplicadas na pele depenada ou ferida, o mais aconselhável é usar vacina feita a partir do vírus da Bouba de pássaros, liquida e na pele depenada, depois de alguns dias da aplicação surge inchaço no local se isso não acontecer em algumas aves significa que já são resistentes a doença caso não ocorra em nenhuma significa que a vacina já perdeu seu poder ativo e deve ser refeito com outra vacina.
Fazer a vacinação durante a noite é melhor pois causa menos estrese nas aves Doenças com características que podem ser confundidas com Bouba A bouba aviária deve ser diferenciada das seguintes doenças: Laringotraqueíte Infecciosa (LT) As lesões úmidas ou traqueais da bouba podem ser confundidas com LT.
Um histopatologista pode identificar a diferença através do exame do tecido lesado. Já foi mencionado que a bouba se divide no citoplasma das células. Os poxvírus criam indústrias virais no citoplasma que têm a aparência de uma bolha e recebem o nome de "Corpos de Bollinger" ou "Corpos de Borrell". A LT é causada por um herpivírus que se divide no núcleo das células, produzindo um indústria viral intranuclear chamada de corpúsculo de inclusão viral intracelular chamada de corpúsculo de inclusão de Cowdry tipo. 2. Deficiência de vitamina "A".
A falta de vitamina "A" pode resultar em uma lesão na faringe semelhante às lesões causadas pela bouba, sob o microscópio não são detectados quaisquer "Corpos de Bollinger". Ocorre ao invés, uma superprodução de células epiteliais que recebe o nome de "Metaplasia Escamosa". 3. Deficiência de biotina e/ou ácido pantotênico A falta destas vitaminas B resulta em lesões que podem ser confundidas com a bouba.

A deficiência de ácido pantotênico/biotina cria uma dermatite generalizada a pele do pé racha e formam – se crostas nos cantos do bico, ao redor dos olhos e das narinas. Uma lesão que parece ter pus desenvolve – se na boca, mas quando vista ao microscópio não apresenta "Corpos de Bollinger". Fonte Wikipédia

Jasmim café (Tabernaemontana divaricata)


Tabernaemontana divaricata

Jasmim café 

Tabernaemontana divaricata, comumente chamada de jasmim café  flor de cata- vento ,  crape jasmim , roseira da Índia oriental e a coroa de Nero  é um arbusto perene nativo da Índia e agora cultivado em todo o sudeste da Ásia e nas regiões mais quentes da Ásia continental. Em zonas onde não é resistente, é cultivada como planta de casa / estufa por suas atraentes flores e folhagem. O caule exala um látex leitoso quando quebrado, daí o nome flor de leite . A planta contém vários alcalóides e, como muitas outras plantas da família Apocynaceae, é tóxica  e medicinal.
Descrição 
A planta geralmente cresce a uma altura de 5 a 6 pés (1,5 a 1,8 m) e é ramificada dicotomicamente . As folhas grandes e brilhantes são verde-escuras e têm cerca de 15 cm de comprimento e 5,1 cm de largura. As flores cerosas são encontradas em pequenos aglomerados nas pontas dos caules. As flores (únicas) têm a característica forma de "cata-vento", também vista em outros gêneros da família Apocynaceae, como Vinca e Nerium . As formas simples e dupla são cultivadas, sendo as flores brancas de ambas as formas. A planta floresce na primavera, mas as flores aparecem esporadicamente durante todo o ano. As flores da forma única são sem perfume, mas a forma de flor dupla tem uma fragrância agradável. As raízes têm um sabor amargo. As folhas desta planta são comidas pelas lagartas da mariposa-oleandro ( Daphnis nerii ).
A medicina tradicional 
Eles são usados ​​na medicina ayurvédica e na medicina tradicional do Sudeste Asiático , na Península Malaia , na Indonésia e na Ilha Ambon .

Constituintes químicos 



Abelha preta da terra


(Sem identificação ainda) sugestões sobre a espécie deixe  nos comentários.

Abelha preta da terra(Melipona)
Encontrada esta espécie de abelha preta, mas não foi possível identificar a espécie,.deve ter entre 8 a 10 mm de comprimento, com fluxo de entrada e saída de abelhas médio,não foi encontrado cera na entrada.

Sementes de feijão-de-porco (Canavalia ensiformis)


Canavalia ensiformis

 Feijão-de-porco - Sementes
 Feijão-de-Porco
O feijão-de-porco, Canavalia ensiformis, é uma planta tropical, da família Fabaceae, amplamente cultivada nos países tropicais como cobertura verde. Sua associação, em nódulos radiculares, com bactérias fixadoras de nitrogênio é natural, tendo sido demonstrado mesmo que, em certas regiões, a inoculação destas é indiferente. A semente é posta no solo junto com o cereal (no caso da fotografia se trata do Sorgo) para poder erradicar as plantas e aproveitar a semente ainda antes do que a vegetação abundante da Canavalia impeça a maturação da maçaroca. A planta, ereta, anual, desenvolve-se bem em solos ácidos. Suas folhas grandes fornecem boa cobertura. Além disso, é comestível: suas folhas são usadas como verdura, e as sementes são cozidas como feijão comum, embora tenham que passar por tratamento prévio para eliminar as várias toxinas da planta. Entre estas estão uma proteína que interage com as células intestinais, diminuindo a absorção de alimentos, e um hemoaglutinante que é usado em laboratórios clínicos. A planta tem também um neurotóxico, mas que é destruído por ingestão. Do feijão-de-porco têm sido extraídos os princípios ativos que agem como inseticidas herbicidas. A planta apresenta alelopatia e fungicidas. Recentemente a Radiobrás anunciou a descoberta nessa planta de uma proteína semelhante à insulina.(Wikipédia)

Cana do brejo (Costus spicatus)


Costus spicatus

Cana do brejo
Costus spicatus (popularmente conhecido como cana-de-macaco, cana-do-brejo, cana-do-mato, cana-roxa, jacuacanga, paco-catinga, paco-caatinga, periná e ubacaiá) é uma planta da família Costaceae. Originária do Brasil, apresenta propriedades farmacológicas e fitoterápicas e é usada na medicina popular.
Etimologia
O elemento "cana" é uma referência a sua haste longa e rígida. "Cana-roxa" é uma alusão às suas brácteas roxas. "Jacuacanga" é originário do termo tupi yakua'kãg, que significa "cabeça de jacu". "Paco-catinga" e "paco-caatinga" são originários do termo tupi pako'wa ka'tinga. "Periná" se originou do termo tupi peri'ná.
Descrição
A cana-do-brejo é uma planta herbácea, de haste dura, com folhas alternas, invaginantes, verde-escuras, com bainha pilosa e avermelhada nas margens. Suas flores são amarelas com brácteas cor-de-carmim.
Propriedades terapêuticas

Em forma de infusão, tem propriedades diuréticas, febrífugas e emagrecedoras. Fonte Wikipedia.

Cana-do-brejo (Costus spicatus): Propriedades e Benefícios

A cana-do-brejo, cientificamente conhecida como Costus spicatus, é uma planta perene nativa da América Latina, especialmente do Brasil. Ela pertence à família das Costaceae e é amplamente apreciada por suas propriedades medicinais. A planta é popularmente conhecida como cana-do-brejo devido à semelhança de suas folhas com as da cana-de-açúcar e seu habitat natural em áreas brejosas e úmidas.

A cana-do-brejo tem sido utilizada há séculos na medicina tradicional devido às suas propriedades terapêuticas. A planta possui uma rica composição química, incluindo compostos como alcaloides, flavonoides, óleos essenciais, taninos e fitosteróis. Esses componentes conferem à planta uma série de benefícios para a saúde.

Dentre as propriedades medicinais da cana-do-brejo, destacam-se suas ações anti-inflamatória, diurética, antidiabética e antioxidante. A planta contém compostos que ajudam a reduzir a inflamação no corpo, o que pode ser útil no tratamento de condições como artrite, reumatismo e outras doenças inflamatórias.

Além disso, a cana-do-brejo possui propriedades diuréticas, o que significa que ela pode aumentar a produção de urina, auxiliando na eliminação de toxinas e no combate à retenção de líquidos. Essa ação diurética também pode ser benéfica para pessoas com problemas renais, contribuindo para a saúde do sistema urinário.

A planta também tem sido estudada por seu potencial antidiabético. Alguns estudos demonstraram que extratos de cana-do-brejo podem ajudar a regular os níveis de glicose no sangue, tornando-se uma opção natural para o controle do diabetes. No entanto, é importante ressaltar que mais pesquisas são necessárias para confirmar esses efeitos e determinar a dosagem adequada.

Outro benefício da cana-do-brejo é seu potencial antioxidante. Os antioxidantes presentes na planta ajudam a combater os radicais livres, protegendo as células contra danos oxidativos. Essa propriedade antioxidante pode auxiliar na prevenção de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer.

Além das propriedades medicinais, a cana-do-brejo também é utilizada na culinária regional em algumas partes do Brasil. Suas folhas são utilizadas para envolver alimentos, como peixes e carnes, conferindo-lhes um sabor característico.

Apesar dos benefícios potenciais, é importante ressaltar que o uso da cana-do-brejo para fins medicinais deve ser acompanhado por profissionais de saúde qualificados. É fundamental obter orientação médica antes de iniciar qualquer tratamento à base de plantas, especialmente se você estiver tomando outros medicamentos ou tiver condições de saúde pré-existentes.

Em conclusão, a cana-do-brejo (Costus spicatus) é uma planta com propriedades medicinais significativas. Suas propriedades anti-inflamatórias, diuréticas, antidiabéticas e antioxidantes a tornam uma opção interessante para o tratamento de várias condições de saúde. No entanto, mais pesquisas são necessárias para confirmar seus efeitos terapêuticos e estabelecer diretrizes claras para o uso adequado. Sempre consulte um profissional de saúde antes de utilizar qualquer planta medicinal como parte de seu tratamento.

Tanchagem, espiga com sementes (Plantago major)


Plantago major

Tanchagem, espiga com sementes

Plantago major é uma espécie de Plantago da família das Plantaginaceae. É popularmente conhecida como Tanchagem, Taiova, Orelha de veado Tansagem, Transagem, Tanchá ou  nervo

Características
É nativa da Europa e acompanhou o explorador europeu ao redor do mundo. Suas folhas são ligeiramente adstringentes, assim como suas sementes. Seus princípios ativos são o tanino, mucilagem, a pectina, alguns glicosídeos e a vitamina K.

Sinônimos
Plantago borysthenica Wissjul.
Plantago dregeana Decne.
Plantago gigas H. Lév.
Plantago jehohlensis Koidz.
Plantago latifolia Salisb.
Plantago macronipponica Yamam.
Plantago sawadai (Yamam.) Yamam.
Plantago villifera Kitag.

Usos da Tanchagem


Usada topicamente em forma de colírios, em forma de injeção, na irritabilidade da membrana mucosa da uretra, em casos de gonorreia, e em forma de banho e cataplasma, em úlceras. O infuso ou decocto a 50% da casca ou do fruto pode ser usado como enxaguatório bucal. É febrífugo, considerada útil contra diarreia, para cicatrização de feridas e para extrair excesso de fluído linfático. A tanchagem é eficaz em caso de retenção da urina, graças ao seu efeito diurético. Age como bactericida sobre as vias respiratórias, em casos de infecções, destruindo microorganismos e limpando secreções. É uma planta sagrada do Candomblé. (Fonte Wikipédia)

Pulgão Preto (Aphis fabae)


Aphis fabae

Pulgão Preto

O pulgão preto, também conhecido pelo nome científico Aphis fabae, é uma espécie de inseto pertencente à ordem Hemiptera e à família Aphididae. É um inseto pequeno, com cerca de 1-4 mm de comprimento, de corpo oval e com antenas curtas.

Os pulgões pretos são encontrados em todo o mundo e são uma praga comum em plantações de feijão, beterraba, ervilha e outras culturas. Eles se alimentam de seiva das plantas, o que pode levar a danos às folhas, caules e frutos, bem como a uma redução no rendimento da colheita.

Esses insetos se reproduzem rapidamente, e as fêmeas geralmente dão à luz ninfas sem asas, que amadurecem rapidamente e começam a se reproduzir. Durante as épocas de superpopulação, alguns indivíduos desenvolvem asas para se dispersar para outras áreas.

Os pulgões pretos são conhecidos por serem capazes de transmitir vírus de plantas de uma planta para outra, o que pode levar a doenças e danos generalizados às culturas. Eles também são alvos comuns de predadores naturais, como joaninhas e vespas parasitas.


Quais são os danos as plantas cultivadas?


Os pulgões pretos são pragas comuns em plantas cultivadas e podem causar danos significativos às plantas, principalmente pela alimentação com a sucção da seiva das plantas. Alguns dos danos que eles podem causar incluem:

Desfolhação: A sucção da seiva das folhas pode levar à desfolhação, o que significa a perda de folhas das plantas afetadas. Isso pode reduzir a capacidade da planta de realizar fotossíntese e, consequentemente, afetar o crescimento e a produtividade da colheita.

Retardo no crescimento: O pulgão preto pode causar um retardo no crescimento das plantas afetadas, especialmente em plantas jovens.

Deformação das folhas: A sucção da seiva também pode levar à deformação das folhas e caules das plantas, o que pode afetar a aparência e a saúde das plantas.

Transmissão de doenças: O pulgão preto pode transmitir doenças virais de uma planta para outra, o que pode afetar a saúde e a produtividade da colheita.

Redução da qualidade do produto: A infestação de pulgões pretos pode afetar a qualidade dos produtos cultivados, como a aparência, sabor e valor nutricional.

Por esses motivos, é importante controlar a infestação de pulgões pretos para minimizar os danos às plantas cultivadas.

Existem várias maneiras de controlar as infestações do pulgão preto, incluindo:

Controle biológico: O uso de predadores naturais, como joaninhas e vespas parasitas, pode ser uma maneira eficaz de controlar as infestações de pulgões pretos. Esses predadores se alimentam dos pulgões, reduzindo assim a população deles.

Controle cultural: A manutenção de boas práticas culturais, como o controle da irrigação e o uso de adubos equilibrados, pode ajudar a manter as plantas saudáveis e menos suscetíveis à infestação de pulgões pretos.

Controle químico: O uso de inseticidas pode ser uma opção de controle, mas é importante escolher produtos que sejam eficazes contra os pulgões pretos e que tenham baixo impacto ambiental. É importante seguir as instruções do rótulo para o uso adequado e seguro desses produtos.

Controle físico: O uso de técnicas físicas, como a pulverização de água com pressão nas plantas afetadas, pode ajudar a reduzir a população de pulgões pretos.

Controle genético: Pesquisas estão sendo realizadas para desenvolver variedades de plantas resistentes aos pulgões pretos, o que pode ajudar a reduzir a necessidade de medidas de controle.

Em geral, é recomendável adotar uma abordagem integrada de controle, que combina várias das opções acima para obter um controle mais eficaz e sustentável da infestação de pulgões pretos.


Existe controle biológico ?


Sim, o controle biológico é uma das opções mais eficazes e sustentáveis ​​para o controle de infestações de pulgões pretos. O controle biológico envolve o uso de inimigos naturais, como predadores e parasitas, para controlar a população de pulgões pretos.

Algumas espécies de joaninhas, como a joaninha-de-sete-pontos, são predadores naturais de pulgões pretos e podem ser usadas no controle biológico. Além disso, algumas espécies de vespas parasitas depositam seus ovos nos pulgões, e as larvas das vespas se desenvolvem dentro do corpo do pulgão, matando-o.

O controle biológico é uma opção segura e sustentável, uma vez que não prejudica o meio ambiente e não causa efeitos colaterais indesejáveis. No entanto, é importante ter em mente que o controle biológico pode ser um processo mais lento e requer um conhecimento aprofundado das interações ecológicas entre as espécies envolvidas.