quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Lagarta de chifres _ Caterpillar with horns. (Opsiphanes tamarindi)


Opsiphanes tamarindi

Lagarta de chifres, Caterpillar with horns.
Esta lagarta Opsiphanes tamarindi foi encontrada alimentando de folhas de bananeira é considerada uma praga por cultivadores da fruta pois elas são comedoras vorazes de suas folhas.

Planária asiática (Bipalium kewense)


Bipalium kewense

Planária asiática

Bipalium kewense é o nome científico de uma espécie de verme achatado pertencente ao grupo dos Terricola, os platelmintos terrestres de vida livre (não parasitas). Trata-se do maior platelminto de seu tipo, chegando a 60 centímetros de comprimento. É um predador de pequenos animais como moluscos e vermes menores e costuma ser encontrado em solos úmidos. Assim como todos os platelmintos, ele pode ser cortado, ou partido em vários pedaços e cada pedaço dará origem a um novo indivíduo inteiro. Acredita-se que seja nativo do Sudeste Asiático, mas foi espalhado pelo mundo trazido acidentalmente em navios e hoje pode ser encontrado em vários locais, incluindo: América do Norte, Austrália, ilhas do Caribe, América do Sul, África e Madagascar. 

Babosa (aloe vera )



Babosa (Aloe vera)
A Aloe vera conhecida no Brasil como babosa é uma herbácea  suculenta   folhas com espinhos em serrilha de cor verde com manchas brancas, é uma planta com caule curto ,   pode crescer até 200 cm de altura, reproduz-se por brotamento. Pode relembrar um pouco o agave e o ananás, mas pertence à família das  Xanthorrhoeaceae (Antes pertencia a família das Liliáceas),as flores são pendulares de cor vermelho intenso que agrupam-se em cachos, os frutos tem forma triangular formando uma espécie de capsula cheios de pequenas sementes, Suas folhas contem um liquido em  forma de gel. A babosa é uma planta originaria da África meridional. Aloe vera é muito utilizada na medicina popular , o gel de suas folhas é utilizado em queimaduras da pele dando alivio a dor e auxiliando a cicatrização, queda de cabelo, queimaduras do sol.

Aranha de domicílio (Pholcus phalangioides)


Pholcus phalangioides

Aranha de domicílio
Pholcus phalangioides J.K. Füssli, 1775 é uma espécie de aranha pertencente à família Pholcidae, comum em habitações e em espaços sombrios e húmidos. A espécie tem comportamento sinantrópico, tendo a sua área de distribuição sofrido nas últimas décadas um considerável alargamento. A espécie foi descrita pelo entomólogo suíço Johann Kaspar Füssli, que a registou em 1775. Pholcus phalangioides é uma pequena aranha acribelada de pernas longas, com a conformação corporal típica da família Pholcidae. As fêmeas apresentam um comprimento corporal (excluindo as pernas) de aproximadamente 9 mm, com os machos sendo em geral ligeiramente menores. As pernas são 5 a 6 vezes mais longas que o corpo, chegando a atingir 70 mm de envergadura total nas fêmeas. A espécie apresenta um conjunto de manchas na face dorsal do cefalotórax que se assemelha ao desenho de uma caveira humana. Os machos apresentam os pedipalpos engrossados, em forma de bastonete, devido à presença dos órgãos sexuais (nesta espécie os pedipalpos são órgãos copuladores). As fêmeas apresentam pedipalpos finos e alongados. Apresentando forte tendência para a sinantropia, o habitat preferido da espécie é o teto das habitações, garagens, armazéns e caves, escolhendo em geral locais sombrios e frescos. Na natureza ocorrem em fissuras de rochas e troncos, grutas e tocas abandonadas. Constrói teias irregulares, de aspecto imperfeito e estrutura fortemente tridimensional, constituídas por fios muito elásticos de seda não adesiva. Instala-se de cabeça em direção ao solo, com a face ventral para cima, num dos ângulos inferiores da teia, em geral apoiada num fio mais longo. As fêmeas transportam os ovos nos seus pedipalpos, agrupando-os em pacotes de 20-30 ovos ligados por um casulo fino e esparso de fios de seda. O juvenis são transparentes e de pernas curtas, mantendo-se nas imediações da teia da progenitora até à primeira ecdise. Sofrem 5-6 mudas até atingirem a maturidade sexual. A longevidade máxima da espécie ronda os três anos. Quando se sente ameaçada, Pholcus phalangioides reage agitando violentamente a sua teia, em movimentos rápidos e periódicos que a tornam difícil de ver, tornando-se difícil focar a visão sobre a aranha. Se a ameaça persiste abandona a teia, deixando-se cair para o solo. Este comportamento diminui com o aumento da idade dos animais e com o repetido contato humano. Estas aranhas são consideradas benéficas em algumas partes de mundo porque matam e comem outras espécies de aracnídeos, incluindo algumas que são venenosas para os humanos, como a Tegenaria agrestis e a Latrodectus hasseltii. Caçam e comem facilmente outras aranhas, incluindo espécies bem mais corpulentas como a Tegenaria duellica, vespas, mosquitos,cochonilhas e outros insetos. Quando escasseia-se o alimento, praticam o canibalismo. Originariamente era uma espécie com distribuição natural restrita às zonas temperadas do paleártico ocidental, mas, graças a ação humana, esta espécie sinantrópica está espalhada por todo o mundo, sendo capaz de viver em climas frios, aproveitando o abrigo e o aquecimento das habitações humanas. Como são originárias dos sub-trópicos, estas aranhas parecem não ser influenciadas pelas mudanças sazonais, reproduzindo-se em qualquer época do ano. Uma lenda urbana afirma que as Pholcidae são as aranhas mais venenosas do mundo, mas a investigação sobre as características do seu veneno mostram que tem um efeito relativamente débil em insectos. Num episódio de MythBusters foi mostrado que estas aranhas possuem quelíceras com 0,25 mm de comprimento, que apesar de uncidadas, podem penetrar a pele humana, mas que a sua mordida apenas provoca uma leve sensação de ardor durante uns segundos.


蜘蛛

Almeirão de árvore (lactuca canadensis)


lactuca canadensis

Almeirão de árvore

Flor de Cana do brejo (Costus spiralis)


Costus spiralis

 Cana do brejo: Flor

Costus spicatus (popularmente conhecido como cana-de-macaco, cana-do-brejo, cana-do-mato, cana-roxa, jacuacanga, paco-catinga, paco-caatinga, periná e ubacaiá) é uma planta da família Costaceae. Originária do Brasil, apresenta propriedades farmacológicas e fitoterápicas e é usada na medicina popular.
Etimologia
O elemento "cana" é uma referência a sua haste longa e rígida. "Cana-roxa" é uma alusão às suas brácteas roxas. "Jacuacanga" é originário do termo tupi yakua'kãg, que significa "cabeça de jacu". "Paco-catinga" e "paco-caatinga" são originários do termo tupi pako'wa ka'tinga. "Periná" se originou do termo tupi peri'ná.
Descrição
A cana-do-brejo é uma planta herbácea, de haste dura, com folhas alternas, invaginantes, verde-escuras, com bainha pilosa e avermelhada nas margens. Suas flores são amarelas com brácteas cor-de-carmim.
Propriedades terapêuticas

Em forma de infusão, tem propriedades diuréticas, febrífugas e emagrecedoras. Fonte Wikipedia.

Pimenta cereja - (Capsicum Annuum )


Capsicum Annuum

Pimenta cereja