terça-feira, 8 de outubro de 2019
Abelha preta da terra
(Sem identificação ainda) sugestões sobre a espécie deixe nos comentários.
Abelha preta da terra(Melipona)
Encontrada esta espécie de abelha preta, mas não foi possível identificar a espécie,.deve ter entre 8 a 10 mm de comprimento, com fluxo de entrada e saída de abelhas médio,não foi encontrado cera na entrada.
Sementes de feijão-de-porco (Canavalia ensiformis)
Canavalia ensiformis
Feijão-de-porco - Sementes
Feijão-de-Porco
O feijão-de-porco, Canavalia ensiformis, é uma planta tropical, da família Fabaceae, amplamente cultivada nos países tropicais como cobertura verde. Sua associação, em nódulos radiculares, com bactérias fixadoras de nitrogênio é natural, tendo sido demonstrado mesmo que, em certas regiões, a inoculação destas é indiferente. A semente é posta no solo junto com o cereal (no caso da fotografia se trata do Sorgo) para poder erradicar as plantas e aproveitar a semente ainda antes do que a vegetação abundante da Canavalia impeça a maturação da maçaroca. A planta, ereta, anual, desenvolve-se bem em solos ácidos. Suas folhas grandes fornecem boa cobertura. Além disso, é comestível: suas folhas são usadas como verdura, e as sementes são cozidas como feijão comum, embora tenham que passar por tratamento prévio para eliminar as várias toxinas da planta. Entre estas estão uma proteína que interage com as células intestinais, diminuindo a absorção de alimentos, e um hemoaglutinante que é usado em laboratórios clínicos. A planta tem também um neurotóxico, mas que é destruído por ingestão. Do feijão-de-porco têm sido extraídos os princípios ativos que agem como inseticidas herbicidas. A planta apresenta alelopatia e fungicidas. Recentemente a Radiobrás anunciou a descoberta nessa planta de uma proteína semelhante à insulina.(Wikipédia)
Cana do brejo (Costus spicatus)
Costus spicatus
Cana do brejo
Costus spicatus (popularmente conhecido como cana-de-macaco, cana-do-brejo, cana-do-mato, cana-roxa, jacuacanga, paco-catinga, paco-caatinga, periná e ubacaiá) é uma planta da família Costaceae. Originária do Brasil, apresenta propriedades farmacológicas e fitoterápicas e é usada na medicina popular.
Etimologia
O elemento "cana" é uma referência a sua haste longa e rígida. "Cana-roxa" é uma alusão às suas brácteas roxas. "Jacuacanga" é originário do termo tupi yakua'kãg, que significa "cabeça de jacu". "Paco-catinga" e "paco-caatinga" são originários do termo tupi pako'wa ka'tinga. "Periná" se originou do termo tupi peri'ná.
Descrição
A cana-do-brejo é uma planta herbácea, de haste dura, com folhas alternas, invaginantes, verde-escuras, com bainha pilosa e avermelhada nas margens. Suas flores são amarelas com brácteas cor-de-carmim.
Propriedades terapêuticas
Em forma de infusão, tem propriedades diuréticas, febrífugas e emagrecedoras. Fonte Wikipedia.
Cana-do-brejo (Costus spicatus): Propriedades e Benefícios
A cana-do-brejo, cientificamente conhecida como Costus spicatus, é uma planta perene nativa da América Latina, especialmente do Brasil. Ela pertence à família das Costaceae e é amplamente apreciada por suas propriedades medicinais. A planta é popularmente conhecida como cana-do-brejo devido à semelhança de suas folhas com as da cana-de-açúcar e seu habitat natural em áreas brejosas e úmidas.
A cana-do-brejo tem sido utilizada há séculos na medicina tradicional devido às suas propriedades terapêuticas. A planta possui uma rica composição química, incluindo compostos como alcaloides, flavonoides, óleos essenciais, taninos e fitosteróis. Esses componentes conferem à planta uma série de benefícios para a saúde.
Dentre as propriedades medicinais da cana-do-brejo, destacam-se suas ações anti-inflamatória, diurética, antidiabética e antioxidante. A planta contém compostos que ajudam a reduzir a inflamação no corpo, o que pode ser útil no tratamento de condições como artrite, reumatismo e outras doenças inflamatórias.
Além disso, a cana-do-brejo possui propriedades diuréticas, o que significa que ela pode aumentar a produção de urina, auxiliando na eliminação de toxinas e no combate à retenção de líquidos. Essa ação diurética também pode ser benéfica para pessoas com problemas renais, contribuindo para a saúde do sistema urinário.
A planta também tem sido estudada por seu potencial antidiabético. Alguns estudos demonstraram que extratos de cana-do-brejo podem ajudar a regular os níveis de glicose no sangue, tornando-se uma opção natural para o controle do diabetes. No entanto, é importante ressaltar que mais pesquisas são necessárias para confirmar esses efeitos e determinar a dosagem adequada.
Outro benefício da cana-do-brejo é seu potencial antioxidante. Os antioxidantes presentes na planta ajudam a combater os radicais livres, protegendo as células contra danos oxidativos. Essa propriedade antioxidante pode auxiliar na prevenção de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer.
Além das propriedades medicinais, a cana-do-brejo também é utilizada na culinária regional em algumas partes do Brasil. Suas folhas são utilizadas para envolver alimentos, como peixes e carnes, conferindo-lhes um sabor característico.
Apesar dos benefícios potenciais, é importante ressaltar que o uso da cana-do-brejo para fins medicinais deve ser acompanhado por profissionais de saúde qualificados. É fundamental obter orientação médica antes de iniciar qualquer tratamento à base de plantas, especialmente se você estiver tomando outros medicamentos ou tiver condições de saúde pré-existentes.
Em conclusão, a cana-do-brejo (Costus spicatus) é uma planta com propriedades medicinais significativas. Suas propriedades anti-inflamatórias, diuréticas, antidiabéticas e antioxidantes a tornam uma opção interessante para o tratamento de várias condições de saúde. No entanto, mais pesquisas são necessárias para confirmar seus efeitos terapêuticos e estabelecer diretrizes claras para o uso adequado. Sempre consulte um profissional de saúde antes de utilizar qualquer planta medicinal como parte de seu tratamento.
Tanchagem, espiga com sementes (Plantago major)
Plantago major
Tanchagem, espiga com sementes
Plantago major é uma espécie de Plantago da família das Plantaginaceae. É popularmente conhecida como Tanchagem, Taiova, Orelha de veado Tansagem, Transagem, Tanchá ou nervo
Características
É nativa da Europa e acompanhou o explorador europeu ao redor do mundo. Suas folhas são ligeiramente adstringentes, assim como suas sementes. Seus princípios ativos são o tanino, mucilagem, a pectina, alguns glicosídeos e a vitamina K.
Sinônimos
Plantago borysthenica Wissjul.
Plantago dregeana Decne.
Plantago gigas H. Lév.
Plantago jehohlensis Koidz.
Plantago latifolia Salisb.
Plantago macronipponica Yamam.
Plantago sawadai (Yamam.) Yamam.
Plantago villifera Kitag.
Usos da Tanchagem
Usada topicamente em forma de colírios, em forma de injeção, na irritabilidade da membrana mucosa da uretra, em casos de gonorreia, e em forma de banho e cataplasma, em úlceras. O infuso ou decocto a 50% da casca ou do fruto pode ser usado como enxaguatório bucal. É febrífugo, considerada útil contra diarreia, para cicatrização de feridas e para extrair excesso de fluído linfático. A tanchagem é eficaz em caso de retenção da urina, graças ao seu efeito diurético. Age como bactericida sobre as vias respiratórias, em casos de infecções, destruindo microorganismos e limpando secreções. É uma planta sagrada do Candomblé. (Fonte Wikipédia)
Pulgão Preto (Aphis fabae)
Aphis fabae
Pulgão Preto
O pulgão preto, também conhecido pelo nome científico Aphis fabae, é uma espécie de inseto pertencente à ordem Hemiptera e à família Aphididae. É um inseto pequeno, com cerca de 1-4 mm de comprimento, de corpo oval e com antenas curtas.
Os pulgões pretos são encontrados em todo o mundo e são uma praga comum em plantações de feijão, beterraba, ervilha e outras culturas. Eles se alimentam de seiva das plantas, o que pode levar a danos às folhas, caules e frutos, bem como a uma redução no rendimento da colheita.
Esses insetos se reproduzem rapidamente, e as fêmeas geralmente dão à luz ninfas sem asas, que amadurecem rapidamente e começam a se reproduzir. Durante as épocas de superpopulação, alguns indivíduos desenvolvem asas para se dispersar para outras áreas.
Os pulgões pretos são conhecidos por serem capazes de transmitir vírus de plantas de uma planta para outra, o que pode levar a doenças e danos generalizados às culturas. Eles também são alvos comuns de predadores naturais, como joaninhas e vespas parasitas.
Quais são os danos as plantas cultivadas?
Os pulgões pretos são pragas comuns em plantas cultivadas e podem causar danos significativos às plantas, principalmente pela alimentação com a sucção da seiva das plantas. Alguns dos danos que eles podem causar incluem:
Desfolhação: A sucção da seiva das folhas pode levar à desfolhação, o que significa a perda de folhas das plantas afetadas. Isso pode reduzir a capacidade da planta de realizar fotossíntese e, consequentemente, afetar o crescimento e a produtividade da colheita.
Retardo no crescimento: O pulgão preto pode causar um retardo no crescimento das plantas afetadas, especialmente em plantas jovens.
Deformação das folhas: A sucção da seiva também pode levar à deformação das folhas e caules das plantas, o que pode afetar a aparência e a saúde das plantas.
Transmissão de doenças: O pulgão preto pode transmitir doenças virais de uma planta para outra, o que pode afetar a saúde e a produtividade da colheita.
Redução da qualidade do produto: A infestação de pulgões pretos pode afetar a qualidade dos produtos cultivados, como a aparência, sabor e valor nutricional.
Por esses motivos, é importante controlar a infestação de pulgões pretos para minimizar os danos às plantas cultivadas.
Existem várias maneiras de controlar as infestações do pulgão preto, incluindo:
Controle biológico: O uso de predadores naturais, como joaninhas e vespas parasitas, pode ser uma maneira eficaz de controlar as infestações de pulgões pretos. Esses predadores se alimentam dos pulgões, reduzindo assim a população deles.
Controle cultural: A manutenção de boas práticas culturais, como o controle da irrigação e o uso de adubos equilibrados, pode ajudar a manter as plantas saudáveis e menos suscetíveis à infestação de pulgões pretos.
Controle químico: O uso de inseticidas pode ser uma opção de controle, mas é importante escolher produtos que sejam eficazes contra os pulgões pretos e que tenham baixo impacto ambiental. É importante seguir as instruções do rótulo para o uso adequado e seguro desses produtos.
Controle físico: O uso de técnicas físicas, como a pulverização de água com pressão nas plantas afetadas, pode ajudar a reduzir a população de pulgões pretos.
Controle genético: Pesquisas estão sendo realizadas para desenvolver variedades de plantas resistentes aos pulgões pretos, o que pode ajudar a reduzir a necessidade de medidas de controle.
Em geral, é recomendável adotar uma abordagem integrada de controle, que combina várias das opções acima para obter um controle mais eficaz e sustentável da infestação de pulgões pretos.
Existe controle biológico ?
Sim, o controle biológico é uma das opções mais eficazes e sustentáveis para o controle de infestações de pulgões pretos. O controle biológico envolve o uso de inimigos naturais, como predadores e parasitas, para controlar a população de pulgões pretos.
Algumas espécies de joaninhas, como a joaninha-de-sete-pontos, são predadores naturais de pulgões pretos e podem ser usadas no controle biológico. Além disso, algumas espécies de vespas parasitas depositam seus ovos nos pulgões, e as larvas das vespas se desenvolvem dentro do corpo do pulgão, matando-o.
O controle biológico é uma opção segura e sustentável, uma vez que não prejudica o meio ambiente e não causa efeitos colaterais indesejáveis. No entanto, é importante ter em mente que o controle biológico pode ser um processo mais lento e requer um conhecimento aprofundado das interações ecológicas entre as espécies envolvidas.
Traça de parede (Phereoeca uterella)
Phereoeca uterella
Traça de parede
A traça-das-paredes (Phereoeca uterella) é uma pequena mariposa da família dos tineídeos, cosmopolita.
Descrição
As larvas desta espécie são frequentemente encontradas subindo as paredes das casas (ou atrás de móveis, e mesmo se movendo em superfícies planas) dentro de um pequeno casulo achatado, geralmente marrom, e de forma losangonal, com uma abertura em cada extremidade – por onde a larva (lagarta) aparece. A larva se alimenta de pelos (incluindo a lã de roupas), penas, couro, fragmentos de pele morta, cabelos e papel, além de algumas fibras sintéticas, preferivelmente com algum grau de umidade. As mariposas adultas medem em torno dos 1,5 cm de comprimento e, ao contrário de outras mariposas, não são atraídas pela luz.
Distribuição geográfica
A phereoeca uterella foi observada no sudeste dos Estados Unidos, no Brasil e na Guiana. Wikipédia.
Carrapatos: Machos junto a fêmea.(Rhipicephalus sanguineus)
Rhipicephalus sanguineus
Carrapatos: Machos junto a fêmea.(Rhipicephalus sanguineus)
O Rhipicephalus sanguineus, carrapato da família Ixodidae, tem como hospedeiros preferidos os cães, embora também possa parasitar o homem, outros animais domésticos e animais silvestres. No Brasil também é conhecido pelo nome popular: carrapato-vermelho-do-cão. Ao contrário da maioria dos carrapatos, o Rhipicephalus possui geotropismo negativo, ou seja, ao sair do hospedeiro ele procura lugares altos, de preferência perto do ambiente onde os hospedeiros ficam e dormem
Características
- Quelícera curta
- Base do gnatossoma geralmente hexagonal
- Escudo não ornamentado
- Festões pouco desenvolvidos
- Primeiro par de coxas bífidas
- Um par de placas adanais nos machos
- Peritremas em forma de vírgula
- Geotropismo negativo
É um carrapato que exige três hospedeiros para completar o ciclo (trioxeno), pois todas as mudas são feitas fora dos hospedeiros. A fêmea podem por 2000 a 3000 ovos por dia.
- Quelícera curta
- Base do gnatossoma geralmente hexagonal
- Escudo não ornamentado
- Festões pouco desenvolvidos
- Primeiro par de coxas bífidas
- Um par de placas adanais nos machos
- Peritremas em forma de vírgula
- Geotropismo negativo
Ciclo
É um carrapato que exige três hospedeiros para completar o ciclo (trioxeno), pois todas as mudas são feitas fora dos hospedeiros. A fêmea podem por 2000 a 3000 ovos por dia.
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